Juntando os “trapinhos”

Olá queridos(as),

Hoje é dia de inaugurar o menu de relacionamentos…Estava passeando pelo blog quando vi que não havia nenhum post nesse menu, mas e aí, no que será que eu posso ajudar meus leitores com esse papo tão complicado? Será que eu consigo acrescentar alguma coisa?

bom-relacionamento

Simples, resolvi escrever aqui pra vocês um pouco da minha experiência em morar junto com outra pessoa, no caso, o meu companheiro. Estamos juntos há 10 anos e uns 6 morando juntos. Vou tentar descrever um pouquinho do por que decidimos morar juntos, como nos organizamos com as tarefas, se vale a pena ou não, se acrescentou em algo ou não, enfim, dúvidas que alguns de vocês possam ter ou tenham a curiosidade de saber sobre o assunto.

A princípio não tínhamos ideia de morar juntos tão cedo, começamos a namorar em 2004 e fomos morar juntos em meados de 2008, se não me engano. A ideia partiu pelo fato de eu morar sozinha e ele na época estar morando com a avó. Era meio complicado, pois meu horário de trabalho era meio conturbado e nós acabávamos ficando pouco tempo juntos, mas aí eu mudei de emprego e então nós ficávamos muito tempo juntos, foi aí que decidimos, na verdade eu fiz a proposta pra ele e ele aceitou……rs

Mas vamos ao que interessa…E aí, como ajustar as coisas, uma vez que tudo muda e você se vê morando com uma pessoa totalmente diferente de você?

Não é simples, apesar de no começo ser tudo uma maravilha, as coisas tem que ir se ajustando com o tempo e os dois devem sempre manter uma boa conversa a respeito de tudo.

É primordial que todas as tarefas sejam dividas de maneiras iguais, a não ser que um tenha mais tempo livre do que o outro, é o que fazemos em casa. Por exemplo, ele fica responsável por lavar as roupas e eu por passar.

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É normal que algumas tarefas fiquem sendo específica para um dos companheiros, assim como outras para o outro, por exemplo, a parte de conserto das coisas fica para ele e a parte de organização comigo. Eu não saberia trocar um chuveiro, por exemplo, e ele é uma negação pra organizar os guarda-roupas, as gavetas, etc.

balanco_financeiroOutra dica é que os dois estejam de certa forma “estabilizados financeiramente”, o que no nosso caso acabou sendo uma irresponsabilidade, pois éramos muito jovem e sem condições de nos manter sozinhos, pois, apesar de os dois trabalharem, uma hora o desemprego bate a porta e acabamos por ter que contar com a ajuda de nossos familiares e até hoje quando passamos por fases difíceis, eles que nos socorrem, mas acredito que isso seja normal com qualquer recém casal.

A pior parte mesmo é que por sermos seres humanos, somos extremamente diferentes, cada ser humano é único e quando juntamos os trapinhos, as diferenças ficam mais evidentes. È muito mais simples ser namorado, viver cada um na sua casa e quando bate a saudade, um visita o outro e tudo ok, mas e a graça de poder dormir juntinho todos os dias, entre outras coisas que quando se mora só não se tem, sendo que da mesma forma, quando se mora sozinho, não precisa se preocupar com certas coisas, existe uma certa liberdade, enfim, acredito que tudo seja relativo, pois na minha opinião o primordial é saber o que você e ele ou ela querem e seguir a diante, lembrando sempre que nada é perfeito. Sabemos, por exemplo, que existem homens relaxados e mulheres organizadas, mas também existe o inverso, enfim, trata-se de um encaixe e isso o casal só adquire com muito tempo de convivência.

nao-e-o-amor

A convivência não é simples, principalmente quando o gênio de ambos são extremamente fortes, infelizmente é o meu caso. Tanto ele quanto eu somos muito “estourados”, ou seja, qualquer coisinha é motivo para discussões e aí vem aquela vontade de jogar tudo pro alto e cada um pro seu canto, mas as coisas não funcionam assim, esse sempre vai ser o jeito mais fácil, mas nem sempre vai resolver a situação, principalmente quando há filhos envolvidos, etc.

Acho que o principal é o respeito, pois enquanto houver o respeito, há maneiras de se amenizar o problema, por maior que ele seja e tentar um novo jeito, readaptar as coisas, afinal, temos que nos moldar sempre as pessoas e as situações, independente se em casa, no trabalho ou na escola, acredito ser a maneira mais eficaz de resolver o problema, sem desistir tão fácil a não ser que não seja essa a sua vontade mesmo, você não se adaptou morando a dois, enfim, hoje em dia existem tantas alternativas, é só manter a mente aberta e escolher o que mais lhe agrada, seja morando junto ou separado, você pode manter um bom relacionamento, é só haver respeito, muita cumplicidade e amor, do resto, tudo dá-se um jeito.

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Num próximo post vou relatar o problema da incompatibilidade de gênios, o que acredito que pesa muito na hora de morar junto, mas se você ainda tem essa dúvida, está para casar ou coisa do tipo, pense bem, pois adequar as coisas é bem mais fácil do que mudar a si próprio, mas também não é impossível.

Um beijo e até o próximo post!

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